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Sobre o Instituto

Conheça-nos melhor nessa seção! 
Entenda quem é quem na equipe do Pandiá, saiba quem foi Pandiá Calógeras, o acadêmico, engenheiro e ex-Ministro da Guerra que dá nome ao Instituto e conheça as nossas principais linhas de pesquisa.

Quem Somos

Instituto Pandiá

O que fazemos

A equipe de pesquisadores do Instituto Pandiá coleta informações, realiza pesquisas e produz análises usadas pelo Ministério da Defesa em seu processo decisório. Promove, além disso, seminários e realiza pesquisas e encontros para debater questões relevantes para a segurança internacional e para a defesa nacional.

O Instituto fortalece canais de comunicação entre a academia, think-tanks brasileiros e estrangeiros, funcionários públicos e integrantes de organizações não-governamentais no campo da defesa nacional e de segurança internacional. Com vistas a atingir esse objetivo, o Instituto Pandiá difunde informação, organiza encontros com pesquisadores e eventos na área de defesa e participa de seminários e workshops.

O Instituto Pandiá, em parceria com o CNPQ, estimula a pesquisa sobre Segurança Internacional e Defesa Nacional por meio do PROGRAMA ÁLVARO ALBERTO. Com o financiamento do Programa, pesquisadores de diferentes universidades e institutos de pesquisa do Brasil estão desenvolvendo projetos de pesquisa nas linhas de Economia de Defesa e Entorno Estratégico. Conheça um pouco mais sobre os projetos selecionados aqui.

Linhas de pesquisa

As atividades concentram-se em temas considerados prioritários pela Estratégia Nacional de Defesa, destacam-se as três linhas de pesquisa do Pandiá:

Amazônia

A Amazônia brasileira e os cidadãos que ali vivem, com seu grande estoque de riquezas minerais e de biodiversidade, é foco da atenção internacional e a manutenção da soberania desse enorme patrimônio nacional é uma das prioridades de defesa do país.

Esta linha de pesquisa favorece análises sobre a Amazônia brasileira e os desafios relacionados com a sua proteção, preservação e desenvolvimento, incluindo com especial ênfase no Programa Calha Norte e no Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM).

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Amazônia Azul

O Brasil exerce jurisdição sobre uma extensa área oceânica contígua à costa brasileira, pela qual trafegam cerca de 95% de todo o comércio exterior brasileiro. Essa região dispõe de imensas riquezas naturais e de importância estratégica para o país, que tem 80% de sua população vivendo em território litorâneo e adjacente.

O Brasil exerce jurisdição sobre uma extensa área oceânica contígua à costa brasileira, pela qual trafegam cerca de 95% de todo o comércio exterior brasileiro. Essa região dispõe de imensas riquezas naturais e de importância estratégica para o país, que tem 80% de sua população vivendo em território litorâneo e adjacente.

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Cultura de Defesa

A importância que cultura brasileira atribui à defesa e o envolvimento da sociedade com o tema. O papel desempenhado pela academia, mídia, política e educação nas medidas e ações do Estado, com ênfase no campo militar, para a defesa do território, da soberania e dos interesses nacionais contra ameaças preponderantemente externas, potenciais ou manifestas.

Esta linha de pesquisa estuda os aspectos culturais da defesa tal como visto pela sociedade brasileira. Como o tema é retratado pela mídia e formadores de opinião, como é tratado pela academia e como repercute na cultura e pensamento da sociedade.

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Economia de defesa

A Estratégia Nacional de Defesa “é inseparável de estratégia nacional de desenvolvimento. Esta motiva aquela. Aquela fornece escudo para esta. Cada uma reforça a ação da outra”. Essa associação decorre, em grande medida, das características do setor de Defesa, notadamente no que diz respeito à sua capacidade de arrasto tecnológico (spin-off) e de fomento à inovação. Seu pleno desenvolvimento requer, contudo, investimentos de alto risco e de longo prazo. Para sobreviverem nesse setor, as indústrias e os serviços necessitam de quadro legal estável e aportes financeiros suficientes e constantes. Nos últimos anos, o Ministério da Defesa, em conjunto com outros órgãos do governo federal, vem implementando iniciativas de fomento à economia da defesa. Entre elas, destaca-se a fixação do Plano de Articulação e Equipamento da Defesa (PAED).

Esses são alguns dos temas analisados por esta linha de pesquisa.

 

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Entorno estratégico

América do Sul, Atlântico Sul, e costa ocidental da África

A região de interesse prioritário da defesa nacional, englobando a massa subcontinental da América do Sul, o Atlântico Sul e os países lindeiros da África. 2. Não obstante relativamente afastada dos principais focos de tensão e conflito mundiais, a região é palco de instabilidades e riscos que aportam desafios para a defesa nacional.

O objetivo desta linha de pesquisa é examinar a capacidade de monitorar acontecimentos que impliquem riscos de tensões no entorno estratégico brasileiro; fomentar a capacidade de dissuasão brasileira frente a possíveis ameaças à soberania nacional quer nos teatros de operação convencionais quer em novos domínios, como o espacial e o cibernético; aprofundar a cooperação e, na medida do possível, promover a integração regional no âmbito da América do Sul e do Atlântico Sul.

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Fronteiras

O Brasil deve defender, vigiar e proteger mais de 15.000 quilômetros de fronteiras terrestres e mais de 7 mil quilômetros de fronteira marítima que delimitam todas as regiões do país, de centros urbanos a de regiões de florestas.

Esta linha de pesquisa examina a história da defesa das fronteiras nacionais, as ameaças à integridade territorial, conflitos em zonas fronteiriças, os desafios para a vigilância e proteção das fronteiras terrestre e marítima, bem como as políticas públicas setoriais desse campo, a exemplo do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron).

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Produção de leis sobre defesa

Comparada a outros assuntos de contumaz atenção legislativa, a defesa ainda é um assunto pouco discutido no Parlamento brasileiro. Esta linha de pesquisa busca incentivar estudos sobre a defesa no âmbito do Congresso Nacional, com ênfase nas inter-relações entre política e defesa, nos círculos formadores de opinião sobre esse campo e o relevante papel da academia para o trabalho legislativo nessa área.

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Quem foi Pandiá Calógeras

João Pandiá Calógeras (1870-1934), engenheiro e político brasileiro, foi o primeiro civil a comandar o então Ministério da Guerra do país, de 1919 a 1922, durante o governo Epitácio Pessoa.

Seu mandato marcou-se por empreender importante processo de modernização, expansão e aperfeiçoamento do Exército, em que contou com significativa colaboração de uma Missão Militar Francesa a partir de 1920.

Paralelamente, Pandiá Calógeras deixou notável legado como escritor, acadêmico e pesquisador. São de sua autoria, por exemplo, as obras Política exterior do Império, publicada em três volumes, entre 1923 e 1929, e Formação histórica do Brasil, de 1930.

Pandiá Calógeras personalizou, assim, a aproximação entre civis e militares, tendo como norte o interesse do Estado. Pioneira no início do republicanismo brasileiro, essa cooperação é, hoje, crucial para a consolidação do setor de defesa no país.

Quem é quem

Diretor

João Bosco Baptista Rabello

(61) 3312-4979 joao.bosco@defesa.gov.br
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Chefe de Gabinete

Davi Santiago de Macedo

(61) 3312-4979 davi.santiago@defesa.gov.br
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CHEFE DE DIVISÃO PARA ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS

Maria do Socorro de Carvalho

(61) 3312-4979 / 2023-9181 socorro.carvalho@defesa.gov.br

Auxiliar Administrativa

Maria de Lourdes Nunes Pereira

(61) 2023-9647 maria.pereira@defesa.gov.br
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Assistente Técnica

Talita Maria Moreira de Almeida

(61) 2023-9253 talita.almeida@defesa.gov.br
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Estagiário

Lucas Junqueira da Mota

(61) 2023-5689 lucas.mota@defesa.gov.br
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Iniciou a carreira em 1974, no extinto Diário de Notícias, do Rio de Janeiro, período em que acumulou como repórter do jornal O Fluminense. Em 1977, transferiu-se para Brasília trabalhando no jornalismo político, participando da cobertura do período que vai da abertura do regime militar à Assembleia Constituinte de 1988, passando ainda pelo primeiro governo civil de José Sarney, e os que o sucederam. Exerceu as funções de redator, editor de Cidades e de Primeira Página do Correio Brasiliense, redator da Empresa Brasileira de Notícias (EBN), repórter e coordenador político de O Globo, repórter especial do Jornal do Brasil e diretor da sucursal do grupo editorial O Estado de São Paulo. Neste último, dirigiu a sucursal de Brasília e assinou sua coluna política até março de 2015, sendo responsável pela construção do projeto de notícias em tempo real Broadcast, da Agência Estado (AE). Até 2015, foi responsável pelos conteúdos de análise política do AE.

Em 1986, assessorou o Ministro da Justiça, Paulo Brossard. Esteve, também, no Ministério da Agricultura nos anos de 2014 e 2015.

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É Bacharel em Ciências Navais / Curso de Engenharia Operacional Mecânica pela Escola Naval (1978). A partir de 1997 passou a servir na Secretaria da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar, onde exerceu vários cargos na área da Gestão de Ciência e Tecnologia, no período de 6 anos.

Atualmente, encontra-se no Ministério da Defesa, desde 2003, tendo exercido os cargos de: Gerente da Divisão de Apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento, no Departamento de Ciência e Tecnologia (DEPCT); de Assessor para Assuntos de C,T&I para a Defesa Nacional, no DEPCT; Assessor para assuntos de C,T&I militar do Chefe de Logística, do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA); Gerente da Seção de Acompanhamento e Avaliação de Projetos da Subchefia de Apoio a Sistemas de Cartografia, Logística e Mobilização do EMCFA e, hoje é Chefe de Gabinete do Instituto Brasileiro de Estudos de Defesa Pandiá Calógeras.

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Possui graduação em Direito pela Universidade Federal do Paraná (2001), mestrado em Relações Internacionais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2005) e doutorado em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (2012).

É Chefe de Gabinete do Instituto Pandiá Calógeras, no Ministério da Defesa. Atuou como assessor da Assessoria de Defesa da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.

Foi professor do Centro Universitário Curitiba de 2004 a 2012, exercendo a função de coordenador do curso de Relações Internacionais de fevereiro de 2010 a julho de 2011. Integra o Conselho Editorial da revista "Relações Internacionais no Mundo Atual".

Foi professor visitante no departamento de Political Science and International Relations da University of Delaware (EUA) e em cursos de pós-graduação lato sensu no Brasil.

Já lecionou em diversas instituições de ensino no Paraná e no Distrito Federal, dentre as quais a Universidade Católica de Brasília, o Centro Universitário do Distrito Federal e o Instituto de Educação Superior de Brasília.

Atua na área de Relações Internacionais, nos seguintes temas: teoria de relações internacionais, processo decisório em política externa, segurança e defesa, política externa brasileira e política externa estadunidense.

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Graduada em Gestão de Recursos Humanos pela Universidade Metodista de São Paulo, possui vasta experiência em assessoria, com amplos conhecimentos em procedimentos administrativos. Já atuou em organizações como Jornal de Brasília, Associação dos Empregados da Eletronorte e Vit Solo - Serviços Auxiliares de Transportes Aéreos.

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Mestranda em Economia de Defesa pela Universidade de Brasília. É graduada em Ciência Política pela Universidade de Brasília (2014). Atua no Executivo Federal desde 2013 no Instituto Pandiá Calógeras, do Ministério da Defesa. Possui experiência em pesquisa nas áreas de defesa nacional, economia de defesa, segurança internacional, entorno estratégico, democracia e desigualdades e gênero.

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Graduando em Relações Internacionais pelo Centro Universitário de Brasília. Atualmente é Estagiário do Instituto Pandiá Calógeras do Ministério da Defesa. Tem experiência na área de Defesa.

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